Verde na Corda Bamba
domingo, 21 de fevereiro de 2010
sábado, 20 de fevereiro de 2010
sábado, 23 de janeiro de 2010
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
(O titulo não tem que coincidir com o conteúdo)
O que levamos daqui?
-Materialmente nada!
O que deixamos aqui?
- A boa e a má Obra!
Não foste Nobel,
Não inventaste nenhuma Teoria Reconhecida Publicamente,
Não criaste nenhuma associação,
Não apareceste na televisão, na rádio...
Sim
O teu bairro conhece-te?
(Novelo Inacabado)
-Materialmente nada!
O que deixamos aqui?
- A boa e a má Obra!
Não foste Nobel,
Não inventaste nenhuma Teoria Reconhecida Publicamente,
Não criaste nenhuma associação,
Não apareceste na televisão, na rádio...
Sim
O teu bairro conhece-te?
(Novelo Inacabado)
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
A Dona Helena é que Sabe!
Dona Helena há quanto tempo vive na rua?
Olhe minha querida eu só estou em passagem, não é? Só para analisar, tá bom?
É aquilo o que vejo e gosto. Porque toda a gente dói-me no coração, tá bem?
E eu gostaria que toda gente, tá compreender, tivesse uma casinha, tá bom?
Mas quando a Dona Helena passa, tá a compreender, gosta de tar assim orgulhadinha, tá a compreender?
Por que é que a Dona Helena não tem uma casa?
Olhe não tenho uma casa porque, o Sr. Fernando Gomes sabe que aquilo que analisou para a Dona Helena, claro. O Nuno Cardoso do Jardim Sol das Flores, também? É aquilo que sabe, aquilo que deve analisar, tudo bom para ela claro! Que eu nem recebo nem tenho pensão, nem tenho nada, eh. É isso que está!
A Dona Helena tem família?
Tenho, tenho. Tenho a minha filha querida que eu boto tudo para ela, quanto é bom
E não consegue viver com ela?
Minha filha ehi, pela minha filha tudo de bom, tá? Mas claro, mas se eu tivesse tudo p´ra lado do meu, ela p´ra mim e tudo passado é tudo bom. Tá bom?
É assim pa meu menino também, tá bom? Isso é que eu gosto, tá bem?
E haja saúde e felicidades. É isso o que quero, é saúde e felicidades. E gosto tudo de bom p´ra minha querida filha, viver com a minha filha, em paz e sossego e alegria. E aquele meu menino de volta de mim, de volta de uma fogueira tão linda, Graças a Deus!
Dona Helena já ouviu falar do Albergue do Porto?
Olhe minha filha eu, Ouço, analiso um bocadinho, não sei…Claro essa juventude, educação, etc, etc…, claro. Sei tudo um bocadinho, tá bom? E acho tudo bem. Mas eu não queria isso, não. Eu não preciso disso não, juro por tudo quanto é sagrado. Pela nossa juventude, tudo de bom certo! Eu prefiro uma 1casinha só p´ra mim, claro T2 prá mim…ahahah…pra ter uma foguei…ah pois é certinho certinho!
Olhe minha querida eu só estou em passagem, não é? Só para analisar, tá bom?
É aquilo o que vejo e gosto. Porque toda a gente dói-me no coração, tá bem?
E eu gostaria que toda gente, tá compreender, tivesse uma casinha, tá bom?
Mas quando a Dona Helena passa, tá a compreender, gosta de tar assim orgulhadinha, tá a compreender?
Por que é que a Dona Helena não tem uma casa?
Olhe não tenho uma casa porque, o Sr. Fernando Gomes sabe que aquilo que analisou para a Dona Helena, claro. O Nuno Cardoso do Jardim Sol das Flores, também? É aquilo que sabe, aquilo que deve analisar, tudo bom para ela claro! Que eu nem recebo nem tenho pensão, nem tenho nada, eh. É isso que está!
A Dona Helena tem família?
Tenho, tenho. Tenho a minha filha querida que eu boto tudo para ela, quanto é bom
E não consegue viver com ela?
Minha filha ehi, pela minha filha tudo de bom, tá? Mas claro, mas se eu tivesse tudo p´ra lado do meu, ela p´ra mim e tudo passado é tudo bom. Tá bom?
É assim pa meu menino também, tá bom? Isso é que eu gosto, tá bem?
E haja saúde e felicidades. É isso o que quero, é saúde e felicidades. E gosto tudo de bom p´ra minha querida filha, viver com a minha filha, em paz e sossego e alegria. E aquele meu menino de volta de mim, de volta de uma fogueira tão linda, Graças a Deus!
Dona Helena já ouviu falar do Albergue do Porto?
Olhe minha filha eu, Ouço, analiso um bocadinho, não sei…Claro essa juventude, educação, etc, etc…, claro. Sei tudo um bocadinho, tá bom? E acho tudo bem. Mas eu não queria isso, não. Eu não preciso disso não, juro por tudo quanto é sagrado. Pela nossa juventude, tudo de bom certo! Eu prefiro uma 1casinha só p´ra mim, claro T2 prá mim…ahahah…pra ter uma foguei…ah pois é certinho certinho!
domingo, 8 de novembro de 2009
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Diz algo!
Se o Mar falasse diria que me perdi para todo sempre!
EHEHEHEH
BRINCADEIRINHA DIRINHA APENAS:
"Menina do mar,
A minha areia tornar-te conchinha!!
E tu tornas-me Mar Doce!"
"Desceu em mim" a escrita de uma criança que aprendeu agora a escrever...
Vou correr sobre este areal e perder-me para todo o SEMPRE!
domingo, 1 de novembro de 2009
O caminho...
Tira a mão do queixo não penses mais nisso
O que lá vai já deu o que tinha a dar
Quem ganhou ganhou e usou-se disso
Quem perdeu há-de ter mais cartas pra dar
E enquanto alguns fazem figura
Outros sucumbem á batota
Chega a onde tu quiseres
Mas goza bem a tua rota
Enquanto houver estrada pra andar
A gente vai continuar
Enquanto houver estrada pra andar
Enquanto houver ventos e mar
A gente não vai parar
Enquanto houver ventos e mar
Todos nós pagamos por tudo o que usamos
O sistema é antigo e não poupa ninguém
Somos todos escravos do que precisamos
Reduz as necessidades se queres passar bem
Que a dependência é uma besta
Que dá cabo do desejo
A liberdade é uma maluca
Que sabe quanto vale um beijo
Jorge Palma
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Proposta de Vida (Vá uma questão de perspectiva)

Bom...
Deu-se inicio ao Procedimento Concursal para o Projecto intitulado Proposta de vida (perspectivado):
Remetendo-me ao que a minha Cara Amiga Pena escreveu em resposta ao meu anterior post,
gostaria de fazer um breve comentário...não vá a Sô Dona Morte Chamar-me e eu aqui...
E a vida toda lá fora...
Concordo consigo até certo ponto...
Vejamos a sua primeira premissa:
"A mudança de paradigma deve passar por introduzirmos na nossa a vida a presença consciente da morte!"
Concordo plenamente. Mas é necessário que essa consciência da morte não seja cognitivamente processada de forma negativa, ou seja, a morte tem de ser encarada apenas como um fim e não como um "meio" para alcançar o fim...
Não coloquei de inicio a questão da morte (apesar dela estar implícita no gráfico) porque quis dar uma maior relevância à vida (daí a maior percentagem do "bolo" ser o da VIDA").
A morte ao lado da vida parece insignificante...
Relativamente à segunda premissa da sua ideia:
"Porque a nossa noção de tempo é directamente dependente da morte, quer saibamos disso, quer não. E quanto mais depressa o soubermos, melhor!"
Aqui limito-me a esmiuçar de forma exploratória o facto de ser verdade ou não se quanto mais rápido soubermos será exponencialmente melhor para nós...
Será que nos acomodamos?
Será que nos impulsiona?
Será que nos pressiona?
Tornamos-nos escravos (ainda mais) do tempo?
E uma última questão...
E se soubéssemos a validade exacta de uma relação deliciosa? Se conhecêssemos exactamente o início e o fim dessa relação?
Viveríamos mais essa relação?
Criaríamos Arte?
É AGORA OU NUNCA!Deu-se inicio ao Procedimento Concursal para o Projecto intitulado Proposta de vida (perspectivado):
Remetendo-me ao que a minha Cara Amiga Pena escreveu em resposta ao meu anterior post,
gostaria de fazer um breve comentário...não vá a Sô Dona Morte Chamar-me e eu aqui...
E a vida toda lá fora...
Concordo consigo até certo ponto...
Vejamos a sua primeira premissa:
"A mudança de paradigma deve passar por introduzirmos na nossa a vida a presença consciente da morte!"
Concordo plenamente. Mas é necessário que essa consciência da morte não seja cognitivamente processada de forma negativa, ou seja, a morte tem de ser encarada apenas como um fim e não como um "meio" para alcançar o fim...
Não coloquei de inicio a questão da morte (apesar dela estar implícita no gráfico) porque quis dar uma maior relevância à vida (daí a maior percentagem do "bolo" ser o da VIDA").
A morte ao lado da vida parece insignificante...
Relativamente à segunda premissa da sua ideia:
"Porque a nossa noção de tempo é directamente dependente da morte, quer saibamos disso, quer não. E quanto mais depressa o soubermos, melhor!"
Aqui limito-me a esmiuçar de forma exploratória o facto de ser verdade ou não se quanto mais rápido soubermos será exponencialmente melhor para nós...
Será que nos acomodamos?
Será que nos impulsiona?
Será que nos pressiona?
Tornamos-nos escravos (ainda mais) do tempo?
E uma última questão...
E se soubéssemos a validade exacta de uma relação deliciosa? Se conhecêssemos exactamente o início e o fim dessa relação?
Viveríamos mais essa relação?
Criaríamos Arte?
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Proposta de Vida (Vá muito conceptual)
Quanto mais tempo precisamos nós, para compreender que tudo é efémero?
Que tudo passa...
Que tudo gasta...
Nós (ou quase todos nós: suponho que ainda existem uns quantos sãos) andamos continuadamente a viver de uma forma estática. Deliberadamente de forma estática!
RESULTADO?
Vivemos de forma incompleta, distorcida ou até mesmo obsoleta!
A plenitude da vida, das emoções só podem ser realmente experienciadas se olharmos para elas enquanto FENÓMENOS!
PENSEMOS...
Um fenómeno tem uma existência dinâmica e está delineada num determinado período de tempo! Portanto têm um inicio e um fim...e o que acontece neste período é um delicioso mistério!
ORA AÍ ESTÁ...
A mudança de paradigma deve passar por introduzirmos na nossa a vida a presença consciente do Tempo! Tempo que pode ser conceptualizado como o Tempo psicológico ou cronológico...Não interessa. DEIXEM ENTRAR O TEMPO...
O tempo para além de ser um contexto onde indispensavelmente nos contextualiza, é também um grande gerador de influências. Assim, e tendo desenrolado um pouco do novelo desta proposta de vida, sugir0 que olhemos para cada momento como "O MOMENTO" disponibilizando a expressão aberta do "sentir"!
Vivam!
Que tudo passa...
Que tudo gasta...
Nós (ou quase todos nós: suponho que ainda existem uns quantos sãos) andamos continuadamente a viver de uma forma estática. Deliberadamente de forma estática!
RESULTADO?
Vivemos de forma incompleta, distorcida ou até mesmo obsoleta!
A plenitude da vida, das emoções só podem ser realmente experienciadas se olharmos para elas enquanto FENÓMENOS!
PENSEMOS...
Um fenómeno tem uma existência dinâmica e está delineada num determinado período de tempo! Portanto têm um inicio e um fim...e o que acontece neste período é um delicioso mistério!
ORA AÍ ESTÁ...
A mudança de paradigma deve passar por introduzirmos na nossa a vida a presença consciente do Tempo! Tempo que pode ser conceptualizado como o Tempo psicológico ou cronológico...Não interessa. DEIXEM ENTRAR O TEMPO...
O tempo para além de ser um contexto onde indispensavelmente nos contextualiza, é também um grande gerador de influências. Assim, e tendo desenrolado um pouco do novelo desta proposta de vida, sugir0 que olhemos para cada momento como "O MOMENTO" disponibilizando a expressão aberta do "sentir"!
Vivam!
terça-feira, 13 de outubro de 2009
XIPA!
Há uma coisa que me faz espécie....
SÓ UMA????
NÃO MUITASSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS!
É impressão MINHA ou anda aí chuva que não MOLHA?
FITEIROS! CAMALEÕES! FINGIDOS! VOU MAS É TRATAR DESSA VOSSA CÓLICA DISFUNCIONAL!
E NÃO ME VENHAM COM LAMENTOS
VALEM TANTO TANTO...QUE ja perderam CONTA AO CÂMBIO!
TENHO DITO!
SÓ UMA????
NÃO MUITASSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS!
É impressão MINHA ou anda aí chuva que não MOLHA?
FITEIROS! CAMALEÕES! FINGIDOS! VOU MAS É TRATAR DESSA VOSSA CÓLICA DISFUNCIONAL!
E NÃO ME VENHAM COM LAMENTOS
VALEM TANTO TANTO...QUE ja perderam CONTA AO CÂMBIO!
TENHO DITO!
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
PARTIR
sábado, 29 de agosto de 2009
corrida estática
Eu quero fugir...mas não consigo...mas não é correcto...mas ficar não posso...mas estou a criar raízes...
Queres que corte a raiz com uma catana?....
espera...
.... por vezes está quentinho assim...
...
Queres que corte a raiz com uma catana?....
espera...
.... por vezes está quentinho assim...
...
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Locumoção Moção ção
Porque não nos conhecemos...
Porque não acredito...
Porque no mundo há já alguém que olhe por ti e sofra...
Porque afinal mentiste...
A ponte está tão frágil...
Mas porquê? Que quanto mais frágil mais a queremos leva-la ao limite?
Porque não acredito...
Porque no mundo há já alguém que olhe por ti e sofra...
Porque afinal mentiste...
A ponte está tão frágil...
Mas porquê? Que quanto mais frágil mais a queremos leva-la ao limite?
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